quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A MENINA DOS FÓSFOROS (Proposta de leitura apresentada pela professora Ana Lima)

Objectivo da actividade

Plano Nacional de leitura: Contos de Hans Christian Andersen




A MENINA DOS FÓSFOROS


Estava imenso frio, nevava e começava a escurecer. Era a última noite do ano, véspera de Ano Novo. Uma pobre menina de cabeça descoberta e pés descalços caminhava pelas ruas ao frio e às escuras. Ao sair de casa calçara uns chinelos, mas isso não lhe servia de nada, agora! Eram demasiado grandes para ela – na realidade eram da sua mãe e tão compridos que lhe saíram dos pés quando teve de correr pela rua, a fugir de duas carruagens que circulavam a grande velocidade. Quando as carruagens passaram, não conseguiu, de maneira nenhuma, encontrar um dos chinelos, e um rapaz fugiu com o outro, dizendo que poderia servir de berço ao filho que um dia teria.

Por isso, a menina caminhava agora sem nada nos pés que já estavam roxos de frio. Tinha alguns fósforos no bolso do avental e um molhinho na mão, mas ninguém lhe tinha comprado nenhuns durante o dia todo. Ninguém lhe tinha dado sequer um tostão. Cheia de fome e gelada até aos ossos, a pobre menina continuou o seu caminho: uma imagem que metia dó. Os flocos de neve caíam nos seus longos cabelos louros que encaracolavam graciosamente junto ao pescoço, mas o que é certo é que ela nunca parara para pensar que poderia ser bonita. Em todas as janelas brilhavam luzes e, mesmo na rua, sentia-se um cheirinho delicioso a ganso assado, pois era a noite de Ano Novo. Nisso, ela pensou.

Sentou-se num cantinho entre duas casas, uma das quais se encontrava mais afastada da rua do que a outra, e abraçou as suas perninhas; mas agora ainda sentia mais frio do que antes. Não se atrevia a voltar para casa porque não tinha vendido fósforos nenhuns, não tinha ganho nem um tostão e tinha medo que o pai lhe batesse. Além disso, em casa também estava frio: viviam num sótão e, apesar de terem tapado as frinchas maiores do telhado com palha e farrapos, ainda entrava vento. As suas mãozinhas estavam dormentes por causa do frio. Talvez a chama de um fósforo resolvesse isso! Será que ela ia ter coragem para tirar um fósforo do molhinho, acendê-lo e aquecer os dedos? Claro que ia: tirou um para fora, acendeu-o…e oh!, ele brilhava e ardia! Dava uma chama clara e quente como uma vela pequenina. Pôs então as mãos em concha à volta do fósforo. Mas que luz tão estranha era aquela! A menina sentiu-se como se estivesse sentada à beira de um grande fogão de ferro, decorado com bolas e esferas de latão brilhante, com um lume tão quentinho a arder lá dentro! Estendeu os pés para os aquecer também, mas nisto a chama apagou-se. O fogão de ferro desapareceu e ali estava ela sentada com o minúsculo resto de fósforo queimado na mão.

Acendeu outro fósforo que ardeu e brilhou. O local onde incidia a luz na parede parecia tornar-se transparente como um véu, o que permitia que ela visse para dentro do aposento. A mesa estava posta com uma toalha de um branco imaculado e uma louça muito fina; em cima da mesa encontrava-se também um ganso assado, recheado com ameixas e maçãs, a cheirar maravilhosamente bem. Mas o melhor de tudo foi que o ganso saltou da travessa, apesar de ter uma faca e um garfo espetados no lombo, e veio a rebolar pelo chão em direcção à menina. De repente, o fósforo apagou-se e já não se via nada a não ser a parede dura e fria.

Acendeu um terceiro fósforo, e agora ela estava sentada debaixo de uma linda árvore de Natal, muito maior e mais bem decorada do que a que tinha visto através das portas envidraçadas da casa do comerciante rico, na véspera de Natal. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes, e bonequinhos de cores vivas como os que se vêem nas montras das lojas olhavam para ela com desprezo. A menina estendeu as mãos para o ar, mas logo o fósforo se apagou. As chamas de todas as velas de Natal ardiam cada vez mais alto e ela reparou que, afinal, eram estrelas brilhantes. Uma delas caiu, deixando para trás um rasto de cor de fogo no céu.

- Alguém está a morrer! – exclamou a menina, pois a sua avozinha sempre dizia que quando uma estrela cai é porque vai uma alma a caminho de Deus. A sua avó, que já havia morrido, tinha sido a única pessoa a ser boa para ela.

Acendeu outro fósforo e, na sua luz, ela viu a própria avozinha, animada, resplandecente e bondosa. Mas que agradável visão!

- Avozinha! – chamou a menina. – Leva-me contigo! Eu sei que tu vais desaparecer quando o fósforo se apagar, tal como aconteceu com o fogão quentinho, o delicioso ganso assado e a linda e grande árvore de Natal!

E muito depressa a menina acendeu o resto dos fósforos uns atrás dos outros para conservar a avozinha ali. Os fósforos arderam com uma tal luz que estava mais claro do que de dia. A sua avozinha nunca tinha parecido tão alta e tão bonita. Pegou na menina ao colo e partiram em alegria e esplendor, subindo, subindo, indo para aquele lugar onde já não há mais frio ou fome ou dor, a ir ter com Deus. A menina foi encontrada no cantinho entre as duas casas, à luz gélida da madrugada. As suas faces estavam rosadas e tinha um sorriso nos lábios, mas tinha morrido de frio na última noite do Ano Velho.

O Sol do dia de Ano Novo nasceu iluminando o pequenino corpo ali sentado com um molhinho de fósforos queimados.

- Estava a tentar aquecer-se! – disseram. Ninguém sabia das bonitas visões que tivera e do modo como ela e a sua avozinha tinham partido para o esplendor e alegria do Ano Novo.

Andersen, Hans Christian, Contos de Andersen



A MENINA DOS FÓSFOROS



Responde a este questionário para verificares se compreendeste bem este conto.

Bom trabalho!


1. A menina acendeu um fósforo porque tinha frio.

o Verdadeiro

o Falso

2. A chama do primeiro fósforo pareceu-lhe:

o … uma fogueira

o … um fogão de ferro

o … uma braseira

3. Quando acendeu o segundo fósforo, a menina viu a sala de jantar da casa em frente.

o Verdadeiro

o Falso

4. Sobre a mesa havia …

o … um pato assado.

o … um peru assado.

o … uma galinha recheada.

o … um ganso assado.

5. O ganso assado tinha apenas um garfo espetado no dorso.

o Verdadeiro

o Falso

6. Quando acendeu o terceiro fósforo, a menina viu uma árvore de Natal magnífica.

o Verdadeiro

o Falso

7. Dos ramos mais baixos da árvore de Natal pendiam muitos presentes.

o Verdadeiro

o Falso

8. A árvore de Natal estava enfeitada com velas.

o Verdadeiro

o Falso

9. As velas que enfeitavam a árvore de Natal estavam apagadas.

o Verdadeiro

o Falso

10. A menina estendeu as mãos para a árvore de Natal e agarrou uma vela.

o Verdadeiro

o Falso

11. Quando o terceiro fósforo se apagou, as velas transformaram-se em presentes.

o Verdadeiro

o Falso


segunda-feira, 20 de outubro de 2008

ULISSES - LEITURA ORIENTADA 6º ANO


A história de Ulisses, rei de Ítaca, desenvolve-se nos seguintes espaços:




Ulisses vivia numa ilha grega que se chamava Ítaca, com a sua mulher Penélope e o seu filho Telémaco. Era um rei diferente, que gostava de caçar e conversar com o seu povo.
De espírito irrequieto e aventureiro, quando estava em casa só pensava em ir ao encontro de aventuras, do desconhecido pois o que o entusiasmava era

o mar... só o mar... o mar...o só mar

Quando o príncipe Páris raptou a bela rainha Helena de Tróia, Ulisses não quis ir para a guerra e fingiu estar louco para não ir. Mas....lá foi com os seus guerreiros, pensando alegremente que iam ter uma vitória fácil e, em breve, regressariam ao reino.


• O cerco e ataque a Tróia

O cerco e a guerra de Tróia duraram 10 anos....
Dez anos sem os Gregos verem a Pátria, a família... já ninguém sabia suportar a saudade, o esforço de manter um cerco durante tanto tempo. Aquilo não podia continuar assim!
Ulisses teve a ideia de construir um enorme cavalo de pau, assente num estrado com rodas para se poder deslocar. Dentro da barriga do cavalo esconderam-se alguns homens. O cavalo foi deixado, como oferta, às portas da cidade de Tróia. Os outros Gregos fingiram que se retiravam.
Passados 4 dias, os Troianos convenceram-se que os Gregos tinham mesmo partido. Abriram, devagarinho, as portas da cidade e levaram para o meio da praça o cavalo, começando a festejar a vitória.
Durante a madrugada, quando os Troianos estavam a descansar, os Gregos saíram de dentro do cavalo, abriram as portas da cidade aos companheiros e destruíram, completamente, Tróia.


Início da viagem de regresso que vai durar outros 10 anos
Cheios de saudades os Gregos meteram-se nos barcos e dirigiram-se para as suas terras. (Ulisses) reuniu-se com quarenta valentes marinheiros e lá foram num belo navio em direcção a Ítaca...Agora em pleno mar, Ulisses só pensa em regressar á pátria...
Os deuses, furiosos, intervieram sob a forma de uma estranha corrente submarina que os ia levando para onde eles não queriam ir.
A corrente não abrandava nunca.

Aumentava....aumentava....aumentava


• Na terra dos Ciclopes

Começaram a avistar terra: era uma ilha onde o navio calmamente aportou.
Mas havia entre eles um que era mais forte do que todos
...mais cruel do que todos... mais bravo do que todos
e que era o terror de todos.
Chamava-se Polifemo e tinha um mau génio horrível, zangava-se por tudo e por nada e depois dava murros para a
esquerda murros para
a direita..."
Depois de frustrarem as intenções que Polifemo tinha de comer os homens, conseguiram fugir da gruta, agarrados às barrigas das ovelhas, depois de terem cegado o gigante.



• Ilha de Éolo

A viagem de Ulisses continuou e aportaram na ilha da Eólia. Foram bem recebidos e o rei ofereceu-lhes um saco feito de pele de boi onde tinha metido todos os ventos do mundo à excepção de Zéfiro, a brisa suave. Mas avisou-o do grande perigo que seria se alguém abrisse o saco pois os ventos soltar-se-iam....
Os marinheiros, curiosos por saber o que o saco continha, abriram-no às escondidas de Ulisses.
os ventos...revolveram os mares agitaram as nuvens revolveram os mares agitaram as nuvens espalharam a chuva acenderam a terrível tempestade e Ulisses acordou no meio da maior confusão de que jamais houve memória!


• Ilha de Circe

Cansado e desiludido, Ulisses chegou a uma nova ilha. Estranhou não ver os seus marinheiros mas encontrou Euríloco: soube então que naquela ilha vivia uma lindíssima feiticeira, Circe, que ao dar de beber aos homens um licor, os transformava em animais e os marinheiros eram agora...porcos!
" Em porcos os melhores marinheiros da Grécia? Os meus queridos companheiros? Isto é uma afronta que tem de ser vingada...."
A deusa Minerva deu-lhe a erva da vida que o livraria da má sorte. Depois de muito tempo e do arrependimento de Circe seguiu os seus conselhos: dirigir-se á ilha dos Infernos e falar com Tirésias, o profeta que lhe daria novas da sua família. Falou-lhe também do perigo de ouvir os cânticos das sereias....
E lá foram eles,
"entre onda e onda, em azul e verde, de contente coração".



• No Reino dos Infernos

Nesta ilha apenas havia desolação e as sombras, as almas vagueando...
Cérbero, o cão de três cabeças, o cão que dorme com os olhos abertos, guarda a gruta. Ulisses apenas comunica com as sombras a quem oferecer carne de uma ovelha negra que Circe lhe dera.
E vê a mãe que ele ainda imaginava viva e lhe fala dos perigos que ameaçam a sua família e do estratagema que Penélope arranjara para adiar os seus pretendentes: de noite desmancha a teia que tece durante o dia.
E vê Tirésias que lhe confirma a confusão que reina em Ítaca.
E vê Tântalo, um homem que fora cruel em vida e que agora cumpre o seu castigo: metido numa lagoa, quando vai beber a água escoa-se; quando tenta apanhar os frutos ao seu alcance eles escapam-se-lhe.
E vê Sísifo, que fora um rei desumano e cujo castigo era empurrar um rochedo que rolava constantemente.
Incapaz de suportar tanta desolação, Ulisses e os marinheiros afastaram-se daquele lugar.


Mar das Sereias

Aproximando-se do mar das Sereias os marinheiros quiseram colocar cera nos seus ouvidos mas Ulisses, teimoso, não o permitiu e insistiu em ser amarrado a um mastro.
"Quero ouvir o canto das sereias. Dizem que elas encantam os marinheiros com a sua bela voz e eu quero sentir esse encantamento."

Ulisses....Ulisses...Ulisses....Ulisses...
Ulisses....Ulisses...Ulisses....Ulisses...
Ulisses....Ulisses...Ulisses....Ulisses...
Ulisses....Ulisses...Ulisses....Ulisses...

E o cântico chorava suavíssimo, violentíssimo, vindo de dentro da sondas, de dentro das cores, de dentro do vento. E Ulisses sofria pavorosamente.
E os marinheiros continuavam a remar,
a remar, a remar, a remar, a remar, a remar, a remar, a remar, a remar, a remar...
No final Ulisses parecia um velho, cheio de sangue e suor.
E continuam e passam junto de dois enormes rochedos
um era como enorme boca
e outro como tremenda mão
e houve um naufrágio
e ficou só, único sobrevivente do último naufrágio.




• Na terra dos Feácios

Desmaia e perde a memória quando alcança as praias de uma nova ilha.
É recebido por Nausica, a filha do rei Alcino e da rainha Arete. Está na Córcira, a terra dos Feácios. depois de contar a sua história parte para Ìtaca.
E dorme. E dorme.

Regresso a casa

Os marinheiros depositam-no adormecido numa praia e partem. Quando acorda, entristecido por se encontrar de novo sozinho, vê Minerva que lhe diz estar na sua terra. Transforma-o num "mendigo roto, velho e triste em quem ninguém reconheceria o valente, belo e manhoso Ulisses".
Na casa de Eumeu encontra Telémaco e revela-lhe quem é. Estabelecem um plano.
De manhã é reconhecido pelos seu velho cão, Argus que morre de emoção e por Euricleia que, ao lavar os pés daquele mendigo reconheceu uma estranha e profunda cicatriz que só Ulisses tinha...
Com a ajuda de Telémaco derrota os pretendentes de Penélope... perante um povo entusiasmado, um Telémaco orgulhoso e Penélope que o abraçava para nunca mais deixar...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

À DESCOBERTA DA HISTÓRIA- ACTIVIDADE DINAMIZADA PELO PROFESSOR LUÍS OLIVEIRA



António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional foi diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. Tem trabalhado em parceria com Maria Alberta Menéres em diversos livros e programas de televisão.

Actualmente, é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa.

Sendo considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos. Reconhece a importância fundamental da literatura infantil enquanto veículo de mensagens, elegendo como valores a promover a liberdade de expressão e o respeito pela diferença.

Recentemente, começou também a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas a vertente mais marcada da sua actividade nos últimos tempos é, sem dúvida, o teatro.

Bibliografia de literatura infanto-juvenil de António Torrado

Títulos

A Chave Do Castelo Azul (1969)

A Nuvem E O Caracol (1971)

O Veado Florido (1972)

Pinguim Em Fundo Branco (1973)

O Rato Que Rói (1974)

O Manequim E O Rouxinol (1975)

O Jardim Zoológico Em Casa (1975)

Cadeira Que Sabe Música (1976)

O Trono Do Rei Escamiro (1977)

Há Coisas Assim (1977)

Joaninha À Janela (1977)

Hoje Há Palhaços (1977)

A Escada De Caracol (1978)

Vasos De Pé Folgado (1979)

Como Se Faz Cor-De-Laranja (1979)

História Com Grilo Dentro (1979)

O Tambor-Mor (1980)

O Tabuleiro Das Surpresas (1981)

O Pajem Não Se Cala (1981)

Os Meus Amigos (1983)

Caidé (1983)

O Livro Das Sete Cores (1983)

O Mercador De Coisa Nenhuma (1983)

História Em Ponto De Contar (1984)

O Adorável Homem Das Neves (1984)

A Janela Do Meu Relógio (1985)

O Vizinho De Cima (1985)

O Elefante Não Entra Na Jogada (1985)

O Rei Menino (1986)

Zaca-Zaca (1987)

Devagar Ou A Correr (1987)

Como Se Vence Um Gigante (1987)

Dez Dedos De Conversa (1987)

Uma História Em Quadradinhos (1989)

Da Rua Do Contador Para A Rua Do Ouvidor (1990)

André Topa-Tudo No País Dos Gigantes (1990)

Toca E Foge Ou A Flauta Sem Mágica (1992)

Vamos Contar Um Segredo (1993)

Conto Contigo (1994)

Teatro Às Três Pancadas (1995)

A Donzela Guerreira (1996)

As Estrelas – Quando Os Reis Magos Eram Príncipes (1996)


À DESCOBERTA

DA HISTÓRIA




PERGUNTA DO MÊS DE OUTUBRO



NA HISTÓRIA QUE LESTE, IDENTIFICA AS PERSONAGENS QUE ATORMENTAM O PROTAGONISTA DESTE CONTO.





terça-feira, 30 de setembro de 2008

OBRAS DE LEITURA ORIENTADA

ESCOLA BÁSICA DO 2º CICLO
D. PEDRO VARELA


As obras de Leitura Orientada na sala de aula para o ano lectivo 2008/2009

1º Período:

5º ano: A Fada Oriana

6º ano: Ulisses

2º Período:

5º ano: Pedro Alecrim

6º ano:
O Rapaz de Bronze


3º Período:


5º ano: Poemas da Mentira e da Verdade

6º ano: Jogos, Versos e Redacções